Rudel Trindade, Diretor-Presidente do Detran-MS, representou o Governador Eduardo Riedel no evento e durante a abertura, destacou a política de governança que têm atraído grandes indústrias para Mato Grosso do Sul.
Para debater avanços, desafios e novas perspectivas para o transporte rodoviário no País, o Fórum Centro Oeste de Segurança Rodoviária, reúne autoridades e representantes do setor de logística nesta quarta-feira (30) e quinta-feira (31) no Bioparque Pantanal.
O evento, realizado pelas empresas Kátia Locatelli e Rodobelo Transportes, contou com o apoio do Detran-MS (Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul) e outras instituições da iniciativa privada. Rudel Trindade, Diretor-Presidente do Detran-MS, representou o Governador Eduardo Riedel no evento e durante a abertura, destacou a política de governança que têm atraído grandes indústrias para Mato Grosso do Sul.
“O governador, Eduardo Riedel está em agenda oficial em Londres, onde recebeu a confirmação de mais um grande investimento no setor sucroenergético, em Caarapó. Nosso modal hoje principal é o transporte rodoviário. É importante e sempre foi, mas demanda infraestrutura e segurança nas estradas. Essa integração entre governo e iniciativa privada é fundamental para seguir avançando. O Detran-MS tem uma parceria com o Sest Senat, para qualificar motoristas de carga, e também é o único do Brasil a dispor de uma agência do Detran. Deixo o Detran à disposição de vocês para que possamos progredir em outros projetos”.
Andrea Moringo, Diretora de Educação de Trânsito do Detran-MS, participou do primeiro painel que comentou a palestra: Vias Seguras, status e perspectivas da segurança nas vias concedida, conduzida pelo diretor da ANTT, Luciano Lourenço. “Grande é nossa preocupação enquanto gestor de educação. Temos um Estado em grande expansão do sistema rodoviário, nós também queremos dar nossa contribuição enquanto Detran”.
O organizador geral do evento e Diretor Social do Sindicargas-MS, Andre Luiz Ferreira, destacou que o propósito do evento é criar um espaço, onde haja um horizonte de diálogo entre a iniciativa privada e o poder público. “O impacto já está acontecendo, já tem empresas de outros Estados se instalando aqui no MS. Eu digo que MS é a bola da vez, a gente vai viver um divisor de águas com a Rota Bioceânica, e a gente tem que estar discutindo e nos preparando para este novo momento”, afirmou.